
O cenário político fluminense ganhou um novo e polêmico integrante. O ator Dado Dolabella, de 45 anos, oficializou nesta terça-feira (3) sua filiação ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro) do Rio de Janeiro. A notícia, que pegou muita gente de surpresa, foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Washington Reis, e marca a estreia do artista como pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026.
Conhecido por papéis de destaque na TV e por um histórico de polêmicas na vida pessoal, Dado agora busca um novo papel: o de parlamentar. Segundo o ator, sua entrada na política tem um propósito claro: a defesa dos valores familiares e a luta contra o que ele classifica como "falsas acusações de violência doméstica".
Bandeiras e Controvérsias Em suas primeiras declarações como pré-candidato, Dolabella afirmou que pretende usar sua experiência pessoal para legislar sobre o tema. O discurso, no entanto, já gera intensos debates nas redes sociais, dado o histórico judicial do ator, que no passado foi condenado por agressão à atriz Luana Piovani e à camareira Esmeralda Honório.
Recentemente, o ator também enfrentou novas acusações, como o caso relatado pela modelo Marcela Tomaszewski em outubro passado, o que coloca suas propostas de campanha sob os holofotes de críticos e apoiadores.
Estratégia do MDB A aposta do MDB em nomes conhecidos do grande público faz parte de uma estratégia para ampliar a bancada federal no Rio. A filiação foi celebrada por lideranças do partido, embora o post original de Washington Reis tenha sido apagado horas depois, sinalizando que a repercussão do nome de Dado dentro e fora da sigla ainda está sendo monitorada.
Além da pauta de costumes, Dado Dolabella tem se posicionado como apoiador de figuras da direita, como Flávio Bolsonaro, indicando o tom conservador que deve adotar durante a caminhada eleitoral.