
Avisa que o futuro chegou e ele custa caro, viu, meu rei? O influenciador Khaby Lame, aquele rapaz que ficou famoso no mundo todo sem dizer uma palavra (só fazendo aquele gesto de "tá vendo aí?"), resolveu abrir a boca... ou melhor, vender a própria essência.
Numa jogada de mestre (ou de filme de ficção científica), ele fechou um acordo de US$ 975 milhões – isso dá, brincando, uns R$ 5,13 bilhões na nossa moeda – para vender sua "alma digital". É dinheiro que não acaba mais!
Mas, calma, que história é essa de vender a alma? Na prática, Khaby liberou geral: rosto, voz, gestos e trejeitos. Tudo isso vai alimentar uma Inteligência Artificial (IA) parruda, criando um "gêmeo digital" dele.
A ideia é que esse clone trabalhe sem parar:
Fazendo propaganda;
Gravando vídeos;
Interagindo com fãs em qualquer língua;
Vendendo produtos 24 horas por dia.
Enquanto o robô rala, o Khaby "original" pode estar de boa na praia, curtindo a vida. É a revolução da preguiça lucrativa!
A empresa por trás dessa inovação não tá pra brincadeira. A expectativa deles é que esse "Khaby Virtual" gere mais de US$ 4 bilhões (R$ 21 bi) por ano em vendas. É transformar uma pessoa numa máquina de imprimir dinheiro, sem cansaço, sem férias e sem pedir aumento.
Essa novidade levantou uma polêmica danada na internet: até onde vai a fronteira entre o ser humano e o produto? Será que daqui a pouco todo mundo vai ter um clone trabalhando no seu lugar? (Se for pra pagar os boletos, eu quero um também!).