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Show #Viva Salvador:

Palco do Cruzeiro faz do seu happy-hour momento especial de verão no Pelô

O couvert custa R$ 10,00 e é cobrado apenas nas mesas externas dos restaurantes.

07/01/2024 às 21h04
Por: Miquel Souzza Fonte: Assessoria de Comunicação.
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Reprodução / Imprensa.
Reprodução / Imprensa.

Já pintou verão, calor no coração... e os shows do Palco do Cruzeiro, no Largo do Cruzeiro do São Francisco, promovem o clima perfeito para se viver um happy-hour com tudo que a estação do sol dá direito. Esta semana tem forró, chorinho, samba reggae light, MPB, pop, rock, música internacional, axé e piseiro. Os shows promovidos pelos restaurantes Boteco do Pelô, Cuco Bistrô e Odoyá sempre começam às 18h30. O couvert custa R$ 10,00 e é cobrado apenas nas mesas externas dos restaurantes.

Confira a programação:

Segunda-feira, dia 08 de janeiro – Forró – Gel Barbosa, um dos melhores sanfoneiros da atualidade, faz temporada de shows no Largo do Cruzeiro do São Francisco, às segundas-feiras, a partir das 18h. Gel Barbosa, que é produtor musical, compositor, cantor, arranjador e sanfoneiro, já acompanhou e gravou com artistas como Zé Calixto, Pinto do Acordeon, Antônio Barros, Cecéu, Elba Ramalho, Xangai, Targino Gondim, Carlos Pitta, Elba Ramalho, Almério, Mariana Aydar e Renato Borghetti. Natural de Serra da Raiz, na Paraíba, Gel Barbosa nasceu numa família de músicos e teve como maior influenciador seu pai Geraldinho, tocador de oito baixos.

Terça, dia 09 de janeiro – Samba e MPB – Sátyra  Carvalho – Cantora, instrumentista e compositora, Sátyra Carvalho é ex-integrante da banda Vixe Mainha. Fez também  parte da ala de canto do bloco afro Olodum. Hoje, em carreira solo, traz como proposta a música dentro do universo do afro-pop e o axé music. Recentemente fez uma turnê na Europa, passando pela Itália (Torino, Bologna, Firenze, Sardenha, Marmi e Veneza), pela Suécia (Estolcomo), Alemanha (Frankfurt, Festival em Coburg, Mannheim) e Suíça no Festival Züri Fascht.

Quarta, 10 de janeiro – Chorinho – Gente do Choro – Formado por Carlinhos do Bandolim, Dudu Reis (cavaquinho), Natan Drubi (violão sete cordas) e Pedro Calil (pandeiro) e Gente do Choro é o mais tradicional grupo de choro da Bahia. No repertório dos seus belos shows, choros tradicionais brasileiros e composições autorais.

Quinta-feira, 11 de janeiro –  Pop, MPB e música internacional – Nina Sol – Cantora e compositora, Nina Sol navega em seu show entre o blues, o jazz e os clássicos da MPB. Representante da Nova MPB, ela é baiana e além de ter estudado piano e flauta também bebeu da água da fonte dos atabaques dos terreiros onde é filha do Axé. Nina Sol se apresenta acompanhada dos músicos  Aldir Leal nas gaitas e Nego Leal na bateria, enquanto Nina canta e toca violão.

Sexta-feira, 12 de janeiro – pop rock nacional e internacional – Maurício Ferraz – Soteropolitano, apaixonado pela Música Popular Brasileira e sempre com a proposta de despertar boas lembranças e emocionar as pessoas através da sua arte, Maurício Ferraz, teve os primeiros contatos com a música na infância, mas somente na pré-adolescência começou de fato a tocar o seu instrumento preferido, o violão. Aos 15 anos começou a sua jornada musical. Aos 17 anos começou a cantar por incentivo de amigos e familiares por possuir um timbre que, de certa forma, impressiona. Agora, junto aos amigos Mark Silva e Diego Santana apresenta releituras de músicas que tocam o coração.

Sábado, 13 de janeiro – Pop, Axé e Piseiro – Cid Rocha – Nascido em Salvador, Cid Rocha começou sua carreira bem cedo. Filho e neto de músicos, logo surgiu no meio musical aos 15 anos, tocando bandolim com seu avô José das 7 Cordas, que também lhe ensinou a tocar guitarra baiana e guitarra de seis cordas (guitarrão) como era chamada na época. Após alguns anos Cid passou pela escola de música do Sesc Nazaré em Salvador, aperfeiçoando o conhecimento de sua  musicalidade teórica e recebendo aulas de canto no coral principal. A partir daí começou a trilhar seu próprio caminho, a tocar e cantar músicas no seu estilo e fazer apresentações em casas noturnas da capital e interior do Estado, tocando MPB e fazendo uma nova roupagem para as músicas, oferecendo ao público uma percepção diferenciada. Com o passar do tempo foi aprimorando seu estilo e repertório, se especializando em tocar o ritmo do seu coração, o AXÉ. Atualmente, mesmo tocando MPB e ritmos da atualidade em casas noturnas e eventos particulares, é a música baiana a maior responsável pelo seu grande sucesso.

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