
“Turismo é arte. Muitas vezes o turismo local que a gente fala é esse que o menino que cresceu naquele lugar compartilha suas vivências”, afirma a coordenadora de Afrofuturismo, Diversidade e Povos Indígenas da Embratur.
Tânia Neres ressaltou ainda o papel da juventude no fortalecimento do afrofuturismo. Ela disse que, ao redor do mundo, enxerga uma juventude forte e com grandes conhecimentos tecnológicos agregando no movimento.
Paulo Rogério falou sobre a perda que a falta de apoio aos empreendedores negros trazem aos próprios investidores. “Eles têm um problema na mão porque vão perder novos mercados e inovação”, disse.